Os provedores assumem a última milha.
Com a criação do PNBL, Plano Nacional de Banda Larga, e a reativação da Telebrás, os provedores de Internet aumentam suas esperanças em poder trabalhar e atender o chamado do Plano levando a Internet aos usuários finais. Com custos menores e mais competitivos.
Tudo que precisa é a oferta de interconexão dos provedores ao backbone da Internet, com custos menores e sem monopólio. A presença da Telebrás acena com acesso à Internet no atacado e a um custo bem inferior ao praticado atualmente.
Um exemplo: Existem localidades que pagam R$ 5.000 mensais por Mbps de interconexão, com o PNBL esse custo cairia para cerca de R$ 200 mensais pelo mesmo Mbps. Uma grande diferença.
É certo que esse não é o único custo que os provedores arcam com suas atividades, mas em muitas cidades o peso do custo da interconexão é a maior parte da composição do preço cobrado ao usuário.
Em que pese a desconfiança da participação de estatais no mercado de Internet, pode ser uma saída para a sobrevivência de centenas de empresas.
É fundamental que os envolvidos, sejam provedores, sejam usuários, participem desse processo fazendo aparecer suas opiniões.
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Fonte: Convergência Digital









