O que a Lenovo e computação em nuvem tem em comum?


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A Lenovo, fabricante mundial de computadores, lançou um concurso cultural com o objetivo de premiar tres blogueiros com itens que ajudem a se profissionalizarem. Me senti instado a participar e marcar presença nesse concurso.

A exigência é escrever um post que fale sobre ferramentas disponíveis na web (“cloud computing”). As regras estão em www.facebook.com/notes/profissao-blogueiro/regulamento-do-concurso-cultural-profissao-blogueiro/280699994446. Alguns sites, que também ajudam a divulgar o concurso, fazem menção a web 2.0.

A definição de computação em nuvem, dada pela wikipédia é:

“Computação em nuvem (cloud computing) é um conjunto de serviços acessíveis pela internet que visam fornecer os mesmos serviços de um sistema operacional. Esta tecnologia consiste em compartilhar ferramentas computacionais pela interligação dos sistemas, semelhantes as nuvens no céu, ao invés de ter essas ferramentas localmente (mesmo nos servidores internos). O uso desse modelo (ambiente) é mais viável do que o uso de unidades físicas. (…)”

Mais em: pt.wikipedia.org/wiki/Computação_em_nuvem

Já web 2.0 tem a seguinte definição inicial:

“Web 2.0 é um termo criado em 2004 pela empresa estadunidense O’Reilly Media para designar uma segunda geração de comunidades e serviços, tendo como conceito a “Web como plataforma”, envolvendo wikis, aplicativos baseados em folksonomia, redes sociais e Tecnologia da Informação. Embora o termo tenha uma conotação de uma nova versão para a Web, ele não se refere à atualização nas suas especificações técnicas, mas a uma mudança na forma como ela é encarada por usuários e desenvolvedores, ou seja, o ambiente de interação que hoje engloba inúmeras linguagens e motivações. (…)”

Fonte: pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0

Computação em nuvem

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Definições a parte, a computação em nuvem tende a levar ao usuário uma série de serviços que propriciem o trabalho ou lazer, mesmo estando longe do equipamento normalmente usado para esse fim, basta ter um dispositivo conectado à Internet. Isso muda a forma de encarar o computador, onde não existe mais a preocupação com o poder de processamento e sim com a conectividade à Internet, pois tudo que interessa estará na Internet em algum serviço, em algum disco, em alguma empresa…

Isso é uma tendência da web 2.0, onde as informações ficam em algum ponto da Internet e não mais no computador do usuário, mesmo sendo estranho e não impedindo que se tenha cópias dessa informação. Alguns exemplos já acontecem sem que demos conta. O mais fácil é o email. Antes tinhamos uma conta e um programa para baixar os emails para o computador, hoje muitos tem a mesma conta de email porém os lê e guarda online mesmo, vide Gmail, Hotmail, e outros servioços. O outlook e outros programas desse tipo estão caindo em desuso.

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Um outro ponto interessante, até a pouco tempo não havia me dado conta, é o “beta perpértuo”. Muitos serviços na web 2.0 aparecem com a inscrição “beta” em alguma parte do título. Para quem não conhece, “beta” em programação, é uma fase de testes. Assim dava uma idéia que determinado serviço estava ainda em testes. Com a web 2.0 um programa ou serviço nunca está pronto, está e estará sempre evoluindo pois não é estático. O prestador do serviço está sempre ouvindo e atendendo seus usuários e por isso estará sempre em beta, não em teste, mas em eterna mutação.

Existe um termo usado que é o Consumer-Generated Media (CGM) ou mídia gerada pelo consumidor. Nada mais é que o conteúdo que é criado e divulgado pelo próprio consumidor/usuário. Com o avanço da web, o acesso dos usuários à informação teve um aumento significativo, aumentou também a facilidade dos consumidores em expressar suas opiniões. O usuário está presente em comentários, fóruns, lista de discussões, blogs e fotologs, comunidades, grupos, sites participativos, no YouTube, no twitter, na Wikipedia e no que mais inventarem. Os usuários utilizam todas as ferramentas disponíveis (Messenger, sites, blogs, e-mails, mensagens, celulares, etc.) para divulgar, sobretudo, suas experiências pessoais e opiniões em relação a produtos, serviços, marcas, empresas, notícias (Ufa!).

A influência do usuário tende a crescer e se alastrar pela net, competindo com mídias tradicionais e podem passar até mais credibilidade, é o velho boca-a-boca em ação na versão eletrônica, rápida e ligeira.

Algumas empresas já estão incentivando essa prática junto aos seus consumidores. Outras estão contratando empresas especializadas para pesquisar o que os consumidores estão comentando sobre a sua marca, produto ou serviço.

Muitos exemplos existem para ilustrar esse assunto, mas o exemplo mais próximo somos nós mesmos. O BDI BBS como site, montado numa plataforma conhecida como blog e seu conteúdo voltado para assuntos tecnológicos atua nessa nova web (2.0) pois permite a interação entre os usuários, e procura fornecer um local onde se pode concentrar informações e ferramentas sobre nossos principais assuntos. Não é preciso ter todos os recursos e ferramentas hospedadas em nosso site, mas simplesmente poder acessar as ferramentas onde elas estiverem para obter o resultado que desejarmos, afinal estamos nas nuvens.

Algumas observações:

– O netbook se encaixa bem nessa nova era, pequeno, fraco, portátil, mas, principalmente, conectado.
– O debate agora é: Tudo na nuvem Vs Segurança das informações.
– Nossa página Mikrotik, Tabelas de Cálculo 1 é outro bom exemplo.

Este post está participando do Concurso Profissão Blogueiro, que vai premiar três blogueiros com netbook e kit completo para quem quer ter um blog de sucesso. Se você quer bombar o seu blog, participe! (www.ideiasnoar/profissaoblogueiro.)

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